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Amor Obsoleto

René Magritte. The Lovers. Paris, 1928. MoMA Através de sua alma – especialmente a sua alma, que me serve de espelho – eu enxergo tudo aquilo que eu não quero ser – mas que sou por inteiro. Através de sua … Continue reading

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Sentimentos Moventes

Lidar com a morte de alguém que ainda está vivo. A vida, agora, sem alguém que vivia em mim, assim, tão vivo. Lidar com a vida na lembrança da magia vivida, quando existia essa vida. Quando em uníssono dizíamos: somos … Continue reading

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Projeções Simbólicas – Parte I

Não são poemas, nem tampouco pretensas declarações de ideias altivas. Não são nada mais do que sensações expressas, que vem e vão, sem nenhuma pressa, a todo momento, hermeticamente concentradas sempre num delimitado espaço de tempo. Espaço e tempo – … Continue reading

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Revisitando Pessoa – Parte I

CONSELHO Cerca de grandes muros quem te sonhas. Depois, onde é visível o jardim Através do portão de grade dada, Põe quantas flores são as mais risonhas, Para que te conheçam só assim. Onde ninguém o vir não ponhas nada. … Continue reading

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Sensações Concretas

Cine Teatro Carlos Gomes em ruínas. Santo André, São Paulo. Foto: Agnaldo Gonçalves, durante vistoria, em Abril de 2018.  O mundo manifesto da forma mais nefasta como menos se espera. O ar que inspiro, expiro para nunca mais respirar. Resisto. Insisto … Continue reading

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About Flow, Senses, Writing – part II

Art by Darcy Villas Boas – https://davidtatalios.wordpress.com “It is of the essence of life that it does not begin here or end there, or connect a point of origin with a final destination, but rather that it keeps on going, finding … Continue reading

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The Senses Path

Poem inspired by Isabelle Clermont’s art. http://isabelleclermont.com/installations/la-polyphonie-des-sens-i/ the existence’s sensations experiences nuances feelings, madness duality, doubts, passion … equilibrist, fine silk thread weaved mesh delicate hands resonants touchs in a composition for piano … heat boiler burns the skin unties … Continue reading

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